terça-feira, 12 de junho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Video - Hector fode Ruben
Hector fode Ruben
Hector mostra para Ruben que branco também tem pauzão e que também soca gostoso.
Hector mostra para Ruben que branco também tem pauzão e que também soca gostoso.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
domingo, 1 de abril de 2012
De corpo e alma - Lea T se recupera de cirurgia
por Redação MundoMais
A modelo Lea T. recupera-se da cirurgia de readequação sexual, realizada este mês na Tailândia.
A modelo Lea T., 30 anos, está se recuperando da sua cirurgia de mudança de sexo, a qual se submeteu este mês em uma clínica cinco estrelas na Tailândia, considerado o país com os melhores procedimentos para a readequação genital. Diagnosticada em 2008 como transexual no Brasil e liberada para a operação, Lea T, que é filha do um ex-jogador da seleção brasileira de futebol, ficou famosa em todo mundo ao protagonizar uma campanha para a marca Givenchy, convidada pelo amigo e estilista Ricardo Tisci. No ano passado, ela teve a cirurgia cancelada pelos médicos tailandeses, em razão de uma anemia.

Morando na Itália, Lea tornou-se referência no mundo fashion. A modelo está sendo acompanhada por parentes, e em breve deve voltar para o Brasil para completar a sua recuperação.
A técnica tailandesa mantém o aparelho sexual masculino quase que por completo, possibilitando até a ejaculação.A profundidade da vagina é a própria extensão do pênis, que é revertido para o interior do corpo. As terminações nervosas da glande ficam ao fundo, bem como todas as outras da pele que são mantidas, garantindo a sensibilidade da nova vagina. Os lábios e o clitóris são reconstruídos com o uso da bolsa escrotal ou enxertos. Até a cicatrização completa, que dura aproximadamente seis meses, um objeto garante que o orifício não será fechado pelo próprio organismo.
A modelo Lea T. recupera-se da cirurgia de readequação sexual, realizada este mês na Tailândia.
A modelo Lea T., 30 anos, está se recuperando da sua cirurgia de mudança de sexo, a qual se submeteu este mês em uma clínica cinco estrelas na Tailândia, considerado o país com os melhores procedimentos para a readequação genital. Diagnosticada em 2008 como transexual no Brasil e liberada para a operação, Lea T, que é filha do um ex-jogador da seleção brasileira de futebol, ficou famosa em todo mundo ao protagonizar uma campanha para a marca Givenchy, convidada pelo amigo e estilista Ricardo Tisci. No ano passado, ela teve a cirurgia cancelada pelos médicos tailandeses, em razão de uma anemia.

Morando na Itália, Lea tornou-se referência no mundo fashion. A modelo está sendo acompanhada por parentes, e em breve deve voltar para o Brasil para completar a sua recuperação.
A técnica tailandesa mantém o aparelho sexual masculino quase que por completo, possibilitando até a ejaculação.A profundidade da vagina é a própria extensão do pênis, que é revertido para o interior do corpo. As terminações nervosas da glande ficam ao fundo, bem como todas as outras da pele que são mantidas, garantindo a sensibilidade da nova vagina. Os lábios e o clitóris são reconstruídos com o uso da bolsa escrotal ou enxertos. Até a cicatrização completa, que dura aproximadamente seis meses, um objeto garante que o orifício não será fechado pelo próprio organismo.
quarta-feira, 28 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
CIÊNCIA - Desejo reprimido.
Pesquisa já mostrava, há 15 anos, que homofóbicos têm desejo pelo mesmo sexo.
por Redação MundoMais
Da ficção para a realidade: em Fina Estampa (Globo), Baltazar agride Crô, mas demonstra que tem sentimento pelo mordomo gay.No caso, a constatação refere-se a um estudo realizado na Universidade de Georgia, nos EUA.

Embora a pesquisa tenha sido feita há 15 anos atrás, ela encaixa-se em um contexto atual, tendo em vista toda a discussão que tem acontecido em torno do casamento igualitário, da criminalização da homofobia, e por aí vai. Ou seja, comentar o estudo ainda é relevante. "A homofobia está aparentemente associada à excitação homossexual, que o indivíduo homofóbico desconhece ou nega", apontam os pesquisadores.

Antes de tudo, os especialistas perguntaram a homens heterossexuais o quão confortáveis eles se sentiam ao redor de homens gays. Com base nesses resultados, dividiram os voluntários em dois grupos: os que exibiam sinais de homofobia (com 35 participantes) e os definitivamente não-homofóbicos (neste grupo, 29). A partir daí, começou o teste.
Todos os homens foram colocados em salinhas privativas para assistir a vídeos “quentes”, de quatro minutos cada: um mostrava cenas de sexo entre um homem e uma mulher; outro, entre duas mulheres. O último deles, mostrava cenas de sexo entre dois homens. Enquanto a sessão se desenrolava, um aparelho, ligado ao pênis de cada participante, media o nível de excitação sexual de cada um. A engenhoca, segundo os cientistas, era capaz de identificar a excitação sexual sem confundi-la com outros tipos de excitação (como nervosismo ou medo).
Eis os resultados: enquanto assistiam aos vídeos de sexo heterossexual ou lésbico, tanto o grupo homofóbico quanto o não-homofóbico tiveram “aumento da circunferência do pênis”. Em outras palavras, gostaram do que viram. Mas durante o filminho gay “apenas o grupo homofóbico exibiu sinais de excitação sexual“, afirma o estudo. Pois é, eles até disseram que preferiam manter distância dos gays. Mas seus pênis contaram outra história.
por Redação MundoMais
Da ficção para a realidade: em Fina Estampa (Globo), Baltazar agride Crô, mas demonstra que tem sentimento pelo mordomo gay.No caso, a constatação refere-se a um estudo realizado na Universidade de Georgia, nos EUA.

Embora a pesquisa tenha sido feita há 15 anos atrás, ela encaixa-se em um contexto atual, tendo em vista toda a discussão que tem acontecido em torno do casamento igualitário, da criminalização da homofobia, e por aí vai. Ou seja, comentar o estudo ainda é relevante. "A homofobia está aparentemente associada à excitação homossexual, que o indivíduo homofóbico desconhece ou nega", apontam os pesquisadores.

Antes de tudo, os especialistas perguntaram a homens heterossexuais o quão confortáveis eles se sentiam ao redor de homens gays. Com base nesses resultados, dividiram os voluntários em dois grupos: os que exibiam sinais de homofobia (com 35 participantes) e os definitivamente não-homofóbicos (neste grupo, 29). A partir daí, começou o teste.
Todos os homens foram colocados em salinhas privativas para assistir a vídeos “quentes”, de quatro minutos cada: um mostrava cenas de sexo entre um homem e uma mulher; outro, entre duas mulheres. O último deles, mostrava cenas de sexo entre dois homens. Enquanto a sessão se desenrolava, um aparelho, ligado ao pênis de cada participante, media o nível de excitação sexual de cada um. A engenhoca, segundo os cientistas, era capaz de identificar a excitação sexual sem confundi-la com outros tipos de excitação (como nervosismo ou medo).
Eis os resultados: enquanto assistiam aos vídeos de sexo heterossexual ou lésbico, tanto o grupo homofóbico quanto o não-homofóbico tiveram “aumento da circunferência do pênis”. Em outras palavras, gostaram do que viram. Mas durante o filminho gay “apenas o grupo homofóbico exibiu sinais de excitação sexual“, afirma o estudo. Pois é, eles até disseram que preferiam manter distância dos gays. Mas seus pênis contaram outra história.
domingo, 18 de março de 2012
Recado
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